Estado “lava as mãos” sobre gestão do Hospital Regional de Toledo

O prédio foi entregue em 2016 mas nunca foi usado devido a uma série de falhas estruturais.

Toledo – Dias depois de as obras de reforma e adequação do Hospital Regional de Toledo terem sido suspensas pela Justiça a pedido do Ministério Público, que exige apresentação do plano de gestão sob risco de desperdício de dinheiro público, o governo do Estado “lavou as mãos” em relação à possível participação na gestão do HRT. “Já estamos participando com R$ 9 milhões na compra de equipamentos. A gestão é o governo federal e a prefeitura quem têm que decidir. Seremos parceiros nos investimentos de equipamentos”, garantiu o governador Ratinho Júnior.

O prédio foi entregue em 2016 mas nunca foi usado devido a uma série de falhas estruturais. Sem se viabilizar como hospital regional, a administração municipal tentou transformar o local em um hospital-escola, que seria gerido pela Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) e custeado pelo MEC (Ministério da Educação). Contudo, ano passado a empresa descartou a possibilidade.

Devendo há um ano a entrega do plano de gestão, agora o Município convidou o Consamu (Consórcio Intermunicipal Samu Oeste) para fazer a gestão do hospital. Contudo, não há plano sobre o atendimento nem a definição de quais tipos de procedimentos serão atendidos.

 



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