Cidades Inteligentes/Cidades Resilientes é o tema da 18ª Conferência Municipal de Meio Ambiente

Evento que será realizado em Cascavel no dia 5 de junho está com inscrições abertas

Resilência é o termo que está em voga nas mais diferentes áreas e pode ser entendido como a capacidade de se voltar ao estado normal após alguma situação crítica e fora do comum. No contexto da ecologia, é a aptidão de um determinado sistema recuperar o equilíbrio após passar por uma perturbação ou desastre, ou seja, o conceito remete à capacidade de restauração de um sistema. Na atualidade, uma cidade desenvolvida não basta ser inteligente e sustentável. Precisa ser, também, resiliente. E este é justamente o tema da 18ª Conferência Municipal de Meio Ambiente deste ano, em Cascavel.

Em 2019 a Conferência será realizada em dois espaços físicos: em 5 de junho de 2019, Dia Mundial do Meio Ambiente, das 18 horas às 19h15, haverá exposição de atividades ligadas ao Meio Ambiente em Cascavel, no hall central do campus da Unioeste; a partir das 19h15 serão realizadas três palestras no Anfiteatro Arnaldo Busato, da Unioeste, campus de Cascavel. As inscrições estão abertas para acadêmicos dos cursos afetos à área, profissionais e à comunidade em geral no endereço https://midas.unioeste.br/sgev/eventos/conferenciameioambientecascavel2019

De acordo com o organizador do evento, diretor da Secretaria de Meio Ambiente, José Luiz Ferreira, pelo menos 400 pessoas são esperadas para este evento. “Pensar e repensar as cidades é uma tarefa de execução permanente, com troca de experiências bem-sucedidas, teste e adequação de iniciativas e tecnologias e aprendizado a partir de erros e insucessos”.

Organizada pela Prefeitura de Cascavel, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e em parceria com o Conselho Municipal de Meio Ambiente, a Conferência já conta com confirmação de expositores no evento, como a Sanepar; a Ar Ambiental com a produção de biodiesel; a ONG Sou Amigo + Vida Pets com o trabalho de conscientização sobre controle populacional de animais e o reflexo na saúde pública e meio ambiente; a EcoCataratas; a equipe de Educação do Controle de Endemias da Secretaria de Saúde; o Território Cidadão com o resultado do Mutirão Água Boa – Cidade Limpa 2019; a Unicesumar, com alunos de Gestão Ambiental e o processo biodigestor, além dos alunos do curso de Serviço Social com a exposição do Projeto Meio Ambiente e reciclagem com o tema: Produtos Reciclados Fonte de Renda e de Desenvolvimento Social e a Unimed, com responsabilidade socioambiental e reaproveitamento dos resíduos.

Ferreira explica que o crescimento das cidades, o aumento da população e a concentração de atividades econômicas dentro dos perímetros urbanos tem provocado um aumento de pressão sobre esses espaços físicos, com consequente geração de poluição e sobre uso de recursos. Se esses aspectos não são devidamente equacionados, monitorados e eventualmente mitigados, tem-se uma perda da qualidade de vida, um aumento no risco de danos às pessoas e/ou à propriedade e empreendimentos empresariais, uma maior pressão sobre os sistemas públicos de saúde, e prejuízo econômico.



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