Policial

Operação Sicário: Gaeco e PM cumprem nove mandados de busca e apreensão em seis cidades e prendem três investigados

A partir de presídios, a ação apreendeu R$ 14.4 mil em espécie

Operação Sicário: Gaeco e PM cumprem nove mandados de busca e apreensão em seis cidades e prendem três investigados

Em ação conjunta com a Polícia Militar, decorrente da terceira fase da Operação Sicário, o Grupo de Atuação Especial de combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumpriu nesta terça-feira, 23 de junho, nove mandados de busca e apreensão em seis cidades: Londrina, Rolândia, Campina Grande do Sul, Fazenda Rio Grande, Iporã e Curitiba. Foram presas três pessoas que tinham mandado de prisão preventiva expedidos e cumpridos três mandados de monitoração eletrônica.

Voltada a coibir organização criminosa que atua em diversos estados, notadamente no Norte paranaense, a partir de presídios, a ação apreendeu R$ 14.4 mil em espécie, 11 aparelhos celulares, um tablet, um notebook, nove cartões bancários, um revólver calibre 38 e anotações relativas aos crimes investigados. Um mandado de prisão preventiva e dois de monitoração eletrônica ainda estão pendentes de cumprimento.

Primeira fase – A primeira fase da Operação Sicário foi deflagrada em 31 de julho de 2019, com o cumprimento de 108 mandados de prisão 100 de busca e apreensão. A análise do material coletado, especialmente anotações encontradas em celas, possibilitou a descoberta de valores aportados em nome de laranjas. Foram reconhecidas 189 pessoas (físicas e jurídicas) que cederam seus nomes para a organização transferir valores de natureza ilícita, com movimentação de aproximadamente R$ 4,5 milhões depositados em espécie nas contas dos investigados.

A partir da identificação dessas pessoas, foi requerido ao Juízo da 3ª Vara Criminal de Londrina o afastamento dos sigilos bancários e fiscal dos investigados, abrangendo o período de janeiro de 2018 a agosto de 2019, com a análise de 960 contas bancárias no Paraná, em São Paulo e em Santa Catarina.

Fonte: MPPR