Com risco de faltar dinheiro para auxílio, governo quer acelerar impressão de cédulas

A preocupação é com a eventual falta de dinheiro em papel nas agências para fazer os pagamentos

Brasília – O volume de brasileiros que foi às agências da Caixa e a outros bancos para sacar o auxílio emergencial de R$ 600 acendeu o alerta na equipe econômica e no Banco Central. A preocupação é com a eventual falta de dinheiro em papel nas agências para fazer os pagamentos. E isso que nem todos conseguiram sacar e a data da segunda parcela continua sob suspense.

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A situação levou o Banco Central a pedir à Casa da Moeda para acelerar a produção de dinheiro físico no País, revelou a agência de notícias Reuters.

O objetivo é aumentar o estoque de dinheiro diante da avaliação que os níveis de cédulas hoje estão baixos e podem apresentar riscos para os pagamentos da segunda e da terceira parcela do benefício, para as quais ainda não há data.

Dados do Banco Central revelam um aumento substancial no volume de dinheiro em circulação no País desde o dia em que o auxílio começou a ser pago. Desde 9 de abril, primeiro dia de pagamento do benefício, até a sexta-feira passada o total em circulação no Brasil subiu R$ 36,4 bilhões.

É praticamente o mesmo valor que a Caixa destinou aos mais de 50,5 milhões de brasileiros que já receberam a primeira parcela do auxílio emergencial: R$ 35,5 bilhões.

No primeiro dia de pagamento do auxílio, R$ 273 bilhões estavam em circulação no Brasil. Na última sexta-feira, já eram R$ 309,4 bilhões. O valor é 27% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, R$ 242,9 bilhões.

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