Cemitério Dom Mauro

Tem rendido muita discussão a proposta de dar ao Cemitério Central de Cascavel o nome do arcebispo Dom Mauro Aparecido dos Santos, que faleceu dia 11 de março de 2021, em decorrência de complicações da covid-19. Menos de um mês do falecimento, vereadores querem prestar uma homenagem póstuma ao religioso. A iniciativa gerou desconforto e objeções nas redes sociais, pois muito defendem a escolha de outro local para a homenagem. Apesar disso, a Câmara anda não recuou. De acordo com a vereadora Beth Leal (Republicanos), uma das autoras do projeto, a escolha do local se deu pelo fato de que Dom Mauro “sempre incentivava a lembrança e a referência aos mortos e por ficar no Cemitério Central o monumento à ressurreição”. A arquidiocese de Cascavel e a família do arcebispo foram consultadas e apoiaram o projeto, segundo ela.

 

Em trâmite

O projeto já passou pelas comissões necessárias e está pronto para ir a plenário. “Obtendo o alegre consentimento da família e entendendo o sentido sagrado que o Cemitério contém Campo Santo, jamais sendo concebido como cidade dos mortos, é com grande alegria que a Igreja Católica de Cascavel e, creio que os cristãos em geral, acolheram o projeto que passa a nominar o Cemitério Central como Cemitério Central Dom Mauro Aparecido dos Santos”, cita ofício da arquidiocese à Câmara.

 

Lockdown nacional

Dezoito entidades representativas de trabalhadores acionaram o STF pedindo que a corte reconheça “estado de coisas inconstitucional” na condução das políticas públicas de saúde nacional em meio à pandemia da covid-19 e determine uma série de ações de enfrentamento ao novo coronavírus, como um lockdown nacional por 21 dias.

 

Monocrático

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) reapresentou nessa sexta-feira (9) uma PEC para acabar com decisões monocráticas do STF em casos de ações de controle concentrado, quando se contesta diretamente a constitucionalidade de um determinado ato normativo. Na quinta, o ministro Luís Roberto Barroso concedeu liminar obrigando o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a instalar a CPI da Covid.

 

Parceladinho I

Os cinco bancos federais que receberam recursos da União se comprometeram a devolver R$ 198,8 bilhões ao Tesouro Nacional até o fim de 2031. O cronograma foi alinhado depois que o TCU decidiu, em janeiro, que as operações estavam em desconformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal. A maior parte da devolução vai ocorrer em dois anos, sendo R$ 107 bilhões em 2021 e R$ 60,5 bilhões em 2022.

 

Parceladinho II

O BNDES vai devolver R$ 100 bilhões em 2021 e, em 2022, serão R$ 54,2 bilhões. A Caixa se comprometeu a devolver R$ 35 bilhões, sendo R$ 7 bilhões neste ano e o restante em parcelas até 2031. O Banco do Brasil vai devolver R$ 8,1 bilhões de 2022 a 2029. O Banco da Amazônia quer cinco parcelas de R$ 200 milhões até 2026. E o Banco do Nordeste, sugeriu três prestações de R$ 167 milhões de 2022 a 2024.

 

Golpe

O Ministério Público do Paraná alerta para notícias de possível golpe realizado por celular contra prefeituras. Em alguns estados, há registro de pessoas buscando as gestões municipais via WhatsApp, identificando-se como promotores ou promotoras de Justiça e solicitando vantagens, como repasse de recursos financeiros ou uso de veículos oficiais. O MP-PR reforça que as comunicações oficiais em geral são feitas, normalmente, por e-mail institucional ou correspondência oficial.