Em uma das mais singulares campanhas eleitorais da história da república brasileira, o País vai às urnas neste domingo para (talvez) encerrar um período de divisão, ódio e rancor. É o que se espera e o que se precisa.

Daqui a alguns anos será possível compreender todos os fatores envolvidos nestas eleições, especialmente porque já teremos as consequências de tudo o que passamos e observamos e geramos. Muitas respostas terão sido dadas e muitas agressões terão sido entendidas.

Oxalá as previsões mais pessimistas de cada lado da disputa não se confirmem. Que prevaleça o bom senso daquele que for eleito. E que o recado das urnas seja entendido, independente de quem vencer a eleição.

Chega de corrupção! Chega de má gestão! É hora de fazer o que precisa ser feito para que o País possa sair do buraco e não continuar refém de um Estado gigante e ineficiente.

Passadas as eleições em que tudo se desenha cor de rosa, o presidente eleito terá de tomar decisões duras mas necessárias.

Com uma renovação histórica, a próxima gestão terá de saber lidar com a falta de conhecimento de parte do Legislativo, mas por outro lado não precisará combater vícios que engessavam o sistema.

Independente de quem vença neste domingo, a divisão precisa terminar com o fim do pleito. A Nação precisa ser maior que qualquer ranço político ou sentimento de vingança.

Que as urnas sejam sábias e que a história confirme essa sabedoria. Para o bem de todos nós!