Sem previsão de verbas para uma reforma completa neste ano, a Ceasa (Central de Abastecimento) de Cascavel espera receber mais prazo para se adequar às normas de acessibilidade impostas por um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta). Um aperto nas fiscalizações do Ministério Público fez com que o prédio tivesse o mínimo necessário para o funcionamento, como iluminação e letreiros de emergência, pois nem isso há na construção da Seab (Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento).

As irregularidades foram constatadas por meio de vistoria do Corpo de Bombeiros e, sem as devidas correções, a entrada e a saída de caminhões poderão ser interrompidas.

Com o projeto de revitalização na gaveta há três anos, trabalhadores e consumidores convivem com boxes construídos em 1979 e pouco mudou nesses 39 anos no pátio de 30 mil metros quadrados. Apesar das rachaduras nas paredes, paredes sujas e grades enferrujadas, o maior problema existente é a falta de acessibilidade: as rampas são elevadas e não obedecem às normas atuais.

Por enquanto, “está em andamento a licitação para compra dos equipamentos para primeira etapa de adequação. A acessibilidade ficará para outra etapa, contemplada por meio de um TAC”, explica a gerente da Ceasa, Luiza Satomi Maeda.

Reportagem: Josimar Bagatoli