Brasília – Em quase dois anos na presidência da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), o Brasil promoveu uma série de debates e esforços baseados em "A CPLP e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável". O fechamento dos trabalhos é hoje, em Cabo Verde.

O presidente Michel Temer e um grupo de ministros participam da 12ª Conferência de chefes de Estado e de governo da CPLP, na Ilha do Sol (Cabo Verde).

Criada em 1996, a CPLP é integrada por nove países: Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Além dos países-membros, também há países associados que não têm o português como língua principal, mas mantêm assento no fórum para discutir os projetos de desenvolvimento e cooperação. São países associados Mauricio, Senegal, Geórgia, Japão, Namíbia, Turquia, Eslováquia, Hungria, República Tcheca e Uruguai e outros nove serão aprovados.

Ações

Em um ano e oito meses, foram assinados três acordos a operacionalização da Nova Visão Estratégica, a resolução sobre o reforço da cooperação entre a CPLP e os observadores associados e o Plano de Ação de Díli, voltado à difusão estratégica da língua portuguesa.

O Ministério da Educação organizou uma série de eventos em nível técnico, sobre os temas da educação profissional, alimentação escolar, educação de jovens e adultos e ensino de língua portuguesa.

No Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, técnicos dos países da CPLP fizeram a oficina "Ciência e tecnologia aplicada às ações de mitigação de emissões de gases de efeito estufa".