EDUCAÇÃO

Acadêmico de Nutrição tem trabalho selecionado no Pnae

15 de dezembro de 2017 às 11:10
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Guilherme Kaiser Breda criou um projeto de educação nutricional para crianças e foi aceito no Programa Nacional de Alimentação Escolar

O acadêmico do curso de Nutrição do Centro FAG, Guilherme Kaiser Breda, criou um projeto de educação nutricional para crianças e se inscreveu no Pibic (Programa de Bolsas de Iniciação Científica) da Fundação Araucária. O projeto foi aceito e teve duração de um ano. A prática contou com atividades lúdicas que demonstraram a importância da alimentação saudável nas escolas. "Foi um grande desafio pra mim. Pensei: por que não trabalhar mais isso? Escolhemos duas escolas, uma pública e uma particular. A particular foi excelente, até consegui emprego lá. E a pública, eu escolhi pelo fato de que estudei sempre lá e quis reverter a imagem não muito boa que deixei", relata.

Após a grande aceitação dos alunos e dos professores na escola Dr. Borges de Medeiros, em Toledo, Guilherme inscreveu o projeto também no Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar). A instituição de ensino foi selecionada e está entre as 30 melhores do país em práticas alimentares.

A escola Dr. Borges de Medeiros atende cerca de 370 alunos e recebeu o convite para participar de uma mostra de EAN no Conbran 2018. O programa divulgou também que a escola teve um relato selecionado para a publicação de um livro contendo as 30 melhores atividades desenvolvidas durante a Jornada de EAN (Jornada de Educação Alimentar e Nutricional).

Guilherme foi orientado pela professora Debora Poletto Pappen e contou com o apoio da professora Simone Tonding, amigos e empresários que abraçaram a causa. "Busquei alimentos de todos os lugares do país, e todos com contexto histórico. A sensação deles comendo, por exemplo, cacau, foi muito legal. Além de conhecer sobre o produto os alunos experimentaram um pedacinho de outra região", conta.

Os acadêmicos do Centro FAG sempre foram incentivados por parte dos colegiados a participarem de projetos de extensão e iniciação científica. "Mostramos a eles que é possível fazer currículo no período da graduação. Só depende deles para abraçar esses conhecimentos. Esse tipo de projeto garante aos acadêmicos a vivência prática do conteúdo teórico repassado a eles em sala de aula. Sabendo que o aprendizado sempre tem significância quando eles conseguem colocar em prática o conhecimento adquirido, tornando aquilo real à sua futura profissão", descreve a professora, Debora Regina.

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